Para as equipes de saúde que estão atuando na linha de frente no combate ao covid-19 revelaram um grande alívio após terem sido vacinados. Toda essa tranquilidade auxilia na hora de trabalhar com os hospitais lotados nos piores momentos da pandemia.

“Alívio. Acho que essa palavra resume tudo”, contou a infectologista Lourdes Borzacov, atuando em hospitais públicos e privados em Porto Velho. Ela recebeu sua segunda dose da Coronavac na quinta-feira passada(18).

“Estresse sempre vai existir, mas o estresse do pós-atendimento de plantão alivia, especialmente para quem é mãe de filho pequeno”, esclareceu.

“Há um agradecimento por não ter sido contaminada e por ter dado tempo de tomar a segunda dose. Um colega nosso chegou a tomar a primeira dose, mas logo depois se contaminou. Está hoje intubado em São Paulo.”

-Lourdes Borzacov, infectologista-

Herlindo Roger é boliviano radicado no Brasil, médico no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na Rondônia e já tomou também suas duas doses da vacina.
o boliviano radicado no brasil herlindo roger e medico no samu servico de atendimento movel de urgencia no interior de rondonia e tambem ja tomou as duas doses da vacina 1613771214755 v2 300x225 - Alívio, esperança, segurança: o que sentem médicos vacinados contra a covid?

“Hoje me sinto mais seguro, com mais ímpeto para ajudar os doentes. Estamos perdendo aqueles que não se vacinaram e é triste perder guerreiros sem armas”, revelou.

Janaína Campos Marçal é técnica de enfermagem do centro cirúrgico do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, e conta que se encontra bastante confiante para realizar seu trabalho. “Minha expectativa é para que chegue logo o dia 23 de fevereiro, quando vou receber a segunda dose, para ter mais paz”.

a medica rachel teixeira do hospital regional da unimed e hgf hospital geral de fortaleza toma vacina contra a covid 1613770934639 v2 750x421 - Alívio, esperança, segurança: o que sentem médicos vacinados contra a covid?

Foi lembrado também por Adailton Braga, Chefe de UTI do Hospital Leonardo da Vinci, em Fortaleza, que as equipes ficarão menos desfalcadas pelos adoecimentos, algo extremamente necessário para poder enfrentar períodos difíceis em unidades lotadas.

“O número de afastamentos no primeiro pico chegou a 30% dos profissionais de atividades na linha de frente. Com a imunização, esperamos manter uma assistência adequada com o número adequado de profissionais que não se afastem devido o segundo pico”, acrescentou.

Fonte indicada e adaptada: UOL

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Viciado em games, estudante de Educação Física na UFG, pai da Elisa (que ainda está pra nascer) e apaixonado por futebol. Em parceria com minha namorada Mariana, criamos a Carpe Diem com o objetivo de espalhar notícias boas e positivas. sempre antenados com a preservação ambiental.