Muito triste essa terrível violência contra as andorinhas. Dezenas de suas casas foram destruídas e mortos em Sirmione. Em alguns ninhos ainda se tinham seus ovos, com os jovens a ponto de conhecer o mundo. Além dos abates, foram encontrados armadilhas feitas para matar os pássaros.


As andorinhas estão sofrendo em Sirmione, e graças a WWF Bergamo e Brescia conseguimos ter uma triste descoberta. Seus ninhos foram destruídos mesmo com ovos neles. Foi encontrado também armadilhas dentro de uma residência com o intuito de se livrar das andorinhas.

Explicou o WWF Bergamo e Brescia: “A intervenção dos voluntários da Forestry Carabinieri e do WWF trouxe à luz um crime agora sério. Sim, porque é uma punição criminal séria: o assassinato de fauna protegida, a destruição de ninhos, o uso de redes proibidas, são as acusações levantadas na denúncia. O Forestry Carabinieri, o WWF BG BS e o Lipu estão de posse de depoimentos, documentação fotográfica e vídeos que não deixam dúvidas.



Pessoas próximas da residência testemunharam as cenas horrendas:

“As andorinhas parecem ter enlouquecido e voam à procura de ninhos.”

Matar ou destruir ninhos de andorinhas é considerado crime, afinal, esses animais são protegidos pela lei no. 157/92 e artigo 635 do código penal e pelas normas municipais.

O motivo para defendê-las é o perigo em que estão passando, as andorinhas estão sofrendo não apenas com armadilhas, mas também com pesticidas e devido a mudança climática. A ALC, liga de Caça à Abolição explicou:
“Nesse período, as andorinhas, os Balestrucci e os andorinhões estão retornando aos nossos territórios onde se aninham, se reproduzem e, no início do outono, se reúnem para se mudar para os lugares quentes da África, Índia, China, Ilhas Filipinas. São espécies insetívoras que contribuem para a redução de insetos irritantes, como mosquitos, moscas e outros. Alguns estudos científicos citam a capacidade de capturar insetos até cerca de 20 mil por dia por casal na estação reprodutiva. Como existem regulamentos legais para a proteção da vida selvagem, é necessário salvaguardar e proteger os habitats naturais e semi-naturais, a flora e a fauna selvagens “, disse a LAC.


Fonte indicada e adaptada: GreenMe

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Lucas Mendes
Viciado em games, estudante de Educação Física na UFG, pai da Elisa (que ainda está pra nascer) e apaixonado por futebol. Em parceria com minha namorada Mariana, criamos a Carpe Diem com o objetivo de espalhar notícias boas e positivas. sempre antenados com a preservação ambiental.