Uma mutação no novo coronavírus vem tirando o sossego dos europeus, e levou o Reino Unido a mais restrições.

Essa nova variação, causada por uma mutação, é considerada bem mais transmissíveis, quase 70% mais.

O estudo, por estar em estágio inicial dessa nova variante, é bastante incerta e contém inúmeras perguntas sem resposta

Três motivos principais fazem essa variante ser tão preocupante: ela está substituindo rapidamente outras versões do vírus, possui mutações que afetam partes do vírus que são provavelmente importantes e já se verificou em l+-aboratório que algumas dessas mutações podem aumentar a capacidade do vírus de infectar células do corpo.

“Experimentos de laboratório são necessários, mas você quer esperar semanas ou meses para ver os resultados e tomar medidas para limitar a propagação? Provavelmente não nessas circunstâncias”, diz Nick Loman, professor do Instituto de Microbiologia e Infecção da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.

Sobre o contágio, a primeira pessoa infectada foi registrada em novembro, já em dezembro cerca de um quarto dos casos em Londres eram causados por essa nova variante e já chega a dois terços em dezembro.

“É realmente muito cedo para dizer… Mas pelo que vimos até agora, está crescendo muito rapidamente, está crescendo mais rápido do que [uma variante anterior] jamais cresceu, mas é importante ficar de olho.” disse o pesquisador Erik Volz, do Imperial College de Londres.

O surgimento dessa variável acredita-se que se dá pelo intenso número de mutações do vírus, em um paciente no Reino Unido ou foi importada de um país com menor capacidade de monitorar as mutações do coronavírus.

Uma variante semelhante que surgiu na África do Sul compartilha algumas das mesmas mutações, mas parece não estar relacionada a esta.

Sobre as vacinas, que já estão sendo aplicadas lá, acredita-se que as vacinas devem funcionar contra as variantes, pelo menos por enquanto.

“Mas se deixarmos essa variante se espalhar e sofrer mais mutações, isso pode se tornar preocupante”, diz Gupta. “Este vírus está potencialmente em vias de se tornar resistente à vacina, ele deu os primeiros passos nesse sentido.”

Logo, após a vacinação em massa, o vírus sofrerá grande pressão e mudará para tentar infectar as pessoas agora v
acinadas. Isso poderá fazer com que tenhamos de atualizar regularmente as vacinas, como fazemos anualmente com a gripe sazonal, para manter o ritmo.

Fonte indicada e adaptada: ClickPB

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