Alice da Silva Ribeiro, de apenas 5 anos, um mês após ser infectada pela COVID-19 sem apresentar sintomas claros da doença, foi diagnosticada com a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P).

A mãe, Eva Vilma Santos da Silva Ribeiro, de 32 anos, conta que chegou a levar a criança a sete médicos.

Um mês após a infecção Alice começou a apresentar um quadro de febre alta, e ao leva-la ao pronto-socorro e realizar um raio-X, não constatou nenhuma infecção pulmonar, e foi liberada. A indicação era de que a família observasse como a menina se sentiria nos próximos dias. No entanto, ela não apresentava nenhuma melhora.

“Foram três dias de febre, até que ela começou a ter dor na barriga”, conta Eva. Logo em seguida, Alice começou a aparentar ter também conjuntivite. “O médico pediu alguns exames e me falou que tinha dado infecção no sangue. Ela gritava de dor” relata ela.

Com o passar dos dias, a menina foi avaliada por sete médicos, até que uma pediatra levou em consideração a suspeita, pois a mãe insistiu em mostrar a carta que falava da síndrome. “Ela conhece o médico que me deu a carta, e pediu vários exames”, conta. Somente no último dia 23, após dez dias de internação, foi confirmada a doença.

No dia seguinte a confirmação da doença, Alice já estava 100% curada. “Ela ficou cinco dias sem comer nada. Foi terrível, traumatizante. Além de tudo, ela sentia dores no peito e teve uma leve anemia. Tem crianças que estão morrendo por causa disso. Eu acho que, se tivesse demorado mais, tínhamos perdido ela. Se esperasse mais dois dias, estaria sem a minha filha. Agora, estamos comemorando em dobro. Esse ano que vai vir é a vitória dela”, finaliza.

Fonte indicada e adaptada: G1

RECOMENDAMOS



COMENTÁRIOS




Sou estudante, apaixonada por Harry Potter, mãe da Elisa (que está pra nascer) e decidi criar, juntamente com o meu namorado Lucas, a Revista Carpe Diem. Vamos falar de temas atuais, sempre com foco na sustentabilidade e na divulgação de ações humanitárias.